Henrique Cazes

Tárik de Souza

Jornalista e crítico musical

Supersônicas

Seis álbuns de João Bosco nas plataformas digitais
por Tárik de Souza

quinta, 13 de julho de 2017

No processo de digitalização de seu antigo catálogo de LPs e CDs, a Sony Music envia para as plataformas de streaming e download seis álbuns do compositor, cantor e violonista mineiro João Bosco, que hoje completa 71 anos. A lista começa em “Tiro de misericórdia” (1977), quarto da carreira, em parcerias com Aldir Blanc, como “Falso brilhante”, que nomeou um icônico show de Elis Regina, “Bijuterias” (tema da novela “O astro”, da Globo) e “Vaso ruim não quebra”, com participação de Cristina Buarque. “Bandalhismo” saiu em 1980, sob arranjos dos super craques Radamés Gnattali, João Donato, Oberdan Magalhães e Maestro Nelsinho, mais participações especiais de Paulinho da Viola, na faixa título, e Sérgio Ricardo em “Anjo torto”. No ano seguinte, “Essa é a sua vida”, traria parcerias com Aldir como “Corsário”, “Agnus Sei” e “Cabaré”. Salta para 1987, “Bosco” (pela primeira vez em digital), com autorias solitárias do titular do disco, como “Jade”, “Funk de guerra”, “Varadero” e “Vila de amor e Lobos”. Em 1995, ele singra clássicos alheios, de Ary Barroso (“No tabuleiro da baiana”), Dorival Caymmi (“Vatapá”), Zequinha de Abreu (“Tico tico no fubá”), Gilberto Gil (“Expresso 2222”) e ainda divide a autoria de “Pagodespell” com Chico Buarque e Caetano Veloso, num dueto vocal com Martinho da Vila. “Na esquina”, de 2000, com arranjos de Jaques Morelenbaum, desfila parcerias do solista com o filho Francisco Bosco: “Beirando a rumba”, “Flor de ingazeira”, “Mama palavra”, “Cego Julião” e “Castigado coração”.

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