Música

HANNA lança álbum duplo em homenagem a João Gilberto, com autorizações exclusivas
Quatro anos após o lançamento de “O Amor é Bossa-Nova”, cantora regrava outras 23 canções imortalizadas na voz de seu ídolo, que, inclusive, autorizou as autorais “Ho ba la la” e “Bim Bom”

quinta, 23 de maio de 2019

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Quatro anos depois de lançar o álbum “O amor é Bossa Nova – Homenagem a João Gilberto”, na época, inclusive, com indicações ao Grammy Latino e ao Prêmio da Música Brasileira, a cantora HANNA volta, neste momento, a se debruçar sobre a obra deste patrono da música brasileira, agora imbuída de uma releitura mais abrangente, com maior pompa e apostando alto. O segundo volume de “O amor é Bossa Nova – Homenagem a João Gilberto”, um CD duplo, reúne 23 canções que se consagraram na voz do pai da Bossa-Nova e que se tornaram obrigatórias em setlists jazzísticos mundo afora. O resgate magistralmente concebido e realizado pela cantora – que por si só já desponta como um dos grandes lançamentos contemporâneos do gênero – traz ainda duas cartas na manga: as canções “Ho ba la la” e “Bim Bom”, duas autorais, do primeiro compacto de João Gilberto (“Chega de Saudade”, de 1957), foram autorizadas pelo próprio, quando já atravessava sérios imbróglios pessoais e financeiros.

A delicada situação do célebre compositor se tornou pública, especialmente, no ano passado, quando se viu obrigado a deixar seu apartamento no Leblon por causa de dívidas, e se mudar para um local emprestado. Sem dar entrevistas nem realizar shows há anos, as autorizações dessas músicas para o novo CD da HANNA são verdadeiros trunfos que parecem retribuir o carinho e a admiração da cantora pelo compositor.

O disco duplo “O amor é Bossa Nova – Homenagem a João Gilberto – volume 2” reúne também outras músicas que João Gilberto gravou e levou para o mundo e se tornaram standards internacionais: “Aquarela do Brasil”, “Corcovado”, “Águas de Março”, “Caminhos cruzados”, “Avarandado”, “A cor do Pecado”, “Desde que o Samba é samba”, “É preciso perdoar”, “Eu quero um samba”, “Eu sei que vou te amar”, “Eu vim da Bahia”, “Falsa baiana”, “Fotografia”, “Insensatez”, “Lígia”, “Pra quê discutir com a madame”, “O samba da minha terra”, “Retrato em Branco e Preto”, “Você e eu”, “Triste”, “Tin Ton por Tin Tin”.

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Com uma carreira internacional digna de elogios e reconhecimentos notáveis – em março de 2019 ganhou o título de Embaixadora do Turismo do Rio de Janeiro – e após apresentações ao longo dos últimos 20 anos em clubes de jazz da Itália, Suíça, Grécia, França, além de importantes casas de show do Rio (Teatro Rival, Planetário da Gávea, Forte de Copacabana, dentre outros), HANNA empresta, neste novo álbum, sua doce interpretação e requinte, seu toque sensual e o aveludado de sua voz, que passeia com brilhantismo a cada canção, repaginando, com seu estilo único, a influência inconfundível de João Gilberto.

SOBRE HANNA:

A cantora, compositora e atriz nasceu em Maceió, Alagoas, e começou muito menina na Rádio Difusora de Alagoas, onde foi eleita a "Rainha do Rádio". Mais tarde, no Rio de Janeiro, iniciou também carreira de modelo e atriz, realizando campanhas publicitárias e filmes.

Em 1981, gravou para a trilha sonora do filme “Xavana a ilha do amor”, de Zigmunt Sulistrowski, no qual também atuou como atriz no papel de uma cantora. Anos depois, em 1984, gravou, pela Som Livre, uma música para a personagem de Christiane Torloni na novela Partido Alto, de Aguinaldo Silva e Glória Perez. Além do LP da novela, a música “Sentimentos” deu nome a outro disco, pela mesma gravadora, com produção de Alexandre Agra, arranjos de Ricardo Cristaldi e direção geral de Guto Graça Mello.

Em 1999, gravou o CD independente “Eu te amo”, lançado em cadeia nacional no programa “Jô Soares onze e meia”, no SBT. Em 2001, lançou o CD "Nós em Nós", pela Ipanema Records, no qual canta compositores consagrados como Caetano Veloso, Rita Lee, Gonzaguinha, Cazuza e outras de própria autoria.

Assista os videoclipes do novo disco:

“Aquarela Brasileira”:


“Bim Bom”:  


“Eu vim da Bahia”:



 

Encaminhado por: Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
Fonte das imagens: foto de Antonio Guerreiro

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