Ponteio

O tempo na música

quarta, 17 de novembro de 2021

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O Brasil não tem memória. É o que se diz pelas cátedras e discussões afora. Convenhamos que se esta afirmação não é toda verdadeira, em partes faz sentido, pois, é muito comum vermos aqueles que fizeram pelo país serem esquecidos ou não terem seu valor reconhecido. Somos um país de pouca memória.  Na arte e na música (a mais sublime das artes) não é diferente e, por isso, as iniciativas devem ser exaltadas, afinal, contam por que e por quem chegamos aqui.

Desta forma, para mim, é um privilégio ser um dos colunistas do Instituto Memória da Música Popular Brasileira, um portal completo que traz a história e a ficha técnica de discos e fonogramas, contando a trajetória em minúcias de cada intérprete, compositor, músicos e produtores que fizeram e, ainda, fazem, a melhor música do mundo. 

Trago a coluna Ponteio com a proposta de fazer deste espaço uma discussão de como a nossa música retratou alguns temas. Nossos criativos compositores sempre fizeram de suas canções um espaço para reflexão pautando a sociedade desde os primórdios dessas obras por aqui. Temas políticos, sociais, filosóficos, antropológicos e tantos outros se fazem presente na MPB. E serão eles a nossa pauta neste valioso espaço.

Para começar na melhor que o tempo, o digníssimo senhor da razão, relativo segundo Albert Einsten, que se esvai, não volta,  e é soberano da existência humana. 

Na música, o tempo dita o ritmo, o andamento, os compassos e, por vezes, a letra. Compositores dos mais variados segmentos buscaram em suas melodias descrever ou entender o que era o tempo e suas nuances: odes, solicitações, indagações, reflexões, lembranças, esquecimentos, passagem e falta dele são temas que atravessam canções ao longo dos anos.  Então, não perca o seu tempo e confira a seleção musical do Ponteio!

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